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terça-feira, 31 de julho de 2012

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Limpadores de parabrisas

Mês passado eu fiz um curso de Illustrator e Photoshop no Senac.

No caminho para o curso eu passava por um semáforo que demorava a abrir. E era batata: toda vez tinha gente com baldinho e rodo oferecendo pra dar uma limpada no parabrisas em troca de umas moedinhas. Esses eram um pouco mais espertos do que eu estou acostumado: perguntavam antes de ir enchendo os vidros do carro de sabão. Assim, corriam menos risco de não levar um troquinho depois do "serviço" executado.

Aliás, taí uma ideia pra eles: joga o sabão no parabrisas e cobra antes de tirar. Que? Invasivo? Não mais que os flanelinhas. Hã? Não? Bom, segura o fulo nas calças aí, que eles não leem este blog.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

terça-feira, 24 de julho de 2012

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Ícones

Quando li Desvendando os Quadrinhos, um dos conceitos que mais me chamou a atenção foi a questão da iconização das emoções, ou seja, a representação metaforicamente gráfica do estado interno da personagem.

Eu nunca tinha parado pra pensar nisto, pois quando eu nasci, os quadrinhos já eram uma mídia bastante madura, com todo um conjunto iconográfico já imerso no imaginário coletivo, de maneira que determinados símbolos podiam ser imediatamente reconhecido em seu significado, a exemplo do que acontece com as letras e números.

"Mas do que, catso, você está falando???"

sábado, 21 de julho de 2012

Estagiário


Não reclama, que uma obra desse tamanho vai ficar bem no seu currículo.

Clique na imagem para vê-la no tamanho original.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Aliança digital

Já desisti do Lula há um tempo. Votei nele a primeira vez porque tinha horror à ideia do Nazgûl Serra, espectro maior, arauto do Três-Letras-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado.

Da segunda vez, votei porque achei que ele fez algumas melhorias siginificativas no social. Não ignorava as falcatruas, mas não eram nada diferentes do que tínhamos até então, e novamente pesava na guilhotina do Executivo uma lâmina pesada pra chuchu.

Analisando hoje, vejo que as tais melhorias resumiram-se em boa parte a assistencialismo eleitoreiro e papelização da qualificação profissional através do sacrifício da qualidade da Educação perante estatísticas maquiadas.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

E do mar?

Já falei antes sobre o Marcelinho, vulgo Bucaina, que estudou comigo no colegial.

Ele era meio perturbado. Mas até aí, eu também sou, a gente não se associa por acaso. Ainda bem que, em alguns casos, as pessoas fazem uma feliz associação de biela solta com criatividade, o que acaba gerando resultando resultados muito interessantes.

No caso do Bucaina, esta criatividade manifestava-se de várias maneiras (gibi pornô dos Cavaleiros do Zodíaco, por exemplo), mas a mais marcante eram os trabalhos em grupo. Infelizmente foram muito poucos, pois estudávamos dentro de um esquema intensivo para o vestibular, ou seja: mais rotina de estudos e menos viagem na maionese.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Filho porque quilos


Não tenho filhos, nem os terei.

Esta é uma daquelas posturas de vida que fazem as pessoas que delas são informadas tratarem seu interlocutor como se ele tivesse dito que acabou de chegar de Júpiter.

Tenho um sobrinho, no entanto. É o mais próximo que tenho de um rebento. Nem me passa pela cabeça a ideia de substituir seus pais, mas ele não deixa de ser meu a-filho-ado.

Confesso que acho curiosa a maneira com que a maioria das pessoas trata este tópico. A ideia de que alguém possa voluntariamente não querer filhos parece ofender, em maior ou menor grau, os seres humanos terrestres. Tanto que foram relativamente frequentes as vezes que tive de justificar minha decisão (quando são gentis o suficiente para não chamar de egoísmo), tal qual aquelas provas chatas de Biologia que muito fiz no colegial e depois tive o prazer de aplicar aos meus alunos.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Vitrine


Vidros causam reflexos e reflexões.

Novidades no blog: agora o site fica no endereço www.vardomirices.com.br. O endereço anterior continuará redirecionando pra cá.

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domingo, 15 de julho de 2012

Pocotó?!?

Você conhece o Meus Nervos?

Lendo sobre os causos de pacientes, muito provavelmente inspirados na vida real, lembrei de algumas situações pelas quais uma enfermeira conhecida passou quando trabalhava no prontossocorro.

(Quem inventou esse novo acordo ortográfico devia estar bêbado de um coquetel em que vai água da privada).

O primeiro hospital em que ela trabalhou era o mesmo onde trabalha meu tio, que é médico. Na semana em que ela foi contratada, ao chegar ao hospital para um plantão, ele deparou-se com uma cena que não tinha visto em décadas em que trabalhara lá: na entrada do prédio estava uma viatura de polícia. É que ela, conhecida por ter enorme paciência com gente folgada, sofreu umas bravatas e ameaças de um paciente ensandecido e não teve dúvidas: chamou a polícia e fez um B.O.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Andreia

Este post é pra agradecer à minha amiga Andreia.

Pode-se dizer que a parte quadrinística do blog, que tem aparecido bem mais ultimamente (e tende a aumentar, uma vez que as minhas histórias tendem a acabar), deve-se à ela. Única e tão somente pelo fato de ela ter me apresentado o Um Sábado Qualquer.

Este evento foi um marco no ressurgimento do meu interesse por quadrinhos e desenho. Depois de ler e reler todas as tiras por bem mais de uma vez, comecei a clicar nos links e a descobrir todo um universo de excelentes cartunistas e quadrinistas brasileiros, escondidos bem debaixo no meu nariz, nesta imensidão de fluxo que é a internet. Neste meio, os mais diferentes estilos de arte, humor, filosofia e drama proliferam em meio ao caos imagético da rede mundial de computadores.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Cicatriz

Eu tenho um certo sentimento de satisfação quando olho para as minhas cicatrizes. Agora que seus eventos originários estão distantes no tempo e no espaço, elas permanecem como testemunhas silenciosas de que, quieto que eu era, eu tive uma infância, se não boa, ao menos ativa e divertida.

Exceto por uma. Esta testemunhou apenas a minha total falta de noção.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Vardomirices

Ontem, no You Pix, conversando com algumas pessoas, percebi uma coisa: é bem embaraçoso dar o nome do meu blog verbalmente. Vardomirices não quer dizer nada pra ninguém! Resolvi, então, explicar o nome do site pra ficar registrado.

Era o primeiro colegial (naquela época o ensino médio chamava-se “colegial”). Como todo bom conjunto de adolescentes, minha turma também era dividida em panelas. Os meninos eram mais unidos, mas mesmo assim havia as subpanelas. Foi a primeira da qual fazia parte, e era meio estranha: éramos três nerds e três, como direi, valentões. Não valentões do tipo bullies, eram mais como caras populares. Thiago, Marcelo, e eu, do lado nerd; Juliano, Glauco e Jaime, os populares.


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Last RPG Fantasy - Lobo Limão


O pessoal do Lobo Limão montou um livro-jogo em quadrinhos, inspirado numa série do site chamada Last RPG Fantasy - uma mistura de web comics com Você Decide; a cada aventura, o caminho é votado nos comentários e afeta o tema da próxima tira.

Quem joga RPG conhece o conceito de livro-jogo: são muitas as possibilidades de caminhos e 
finais da história, que dependem das decisões que o leitor toma ao final de cada ponto de tensão. O diferencial deste é que é todo em quadrinhos. São 130 páginas coloridas.

Fex

Fex. Por que Fex?

Já tive vários apelidos, mas nenhum que me acompanhasse pra sempre, como vejo acontecer muito com os amigos do meu pai, cujas alcunhas acabam por ser mais repetidas pelos conhecidos e amigos que o próprio nome.

O primeiro de que me lembro foi Jaspion. Não é um apelido particularmente ofensivo; aliás, eles quase nunca são, se você for parar pra pensar. O que é incômodo a respeito de um apelido é a intenção por trás daquele que o forja. Eu teria gostado de ter este apelido, não teria problema algum. Era o tokusatsu que eu mais gostava, junto com Jiraya. Eu desenhava Jaspion e Changeman por todos os cadernos e livros da escola, e andava pela rua imitando as coreografias e os nomes dos golpes por todo canto. O problema é que quem me chamava disso eram os toscos que me alienavam quando eu era criança.