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quinta-feira, 31 de maio de 2012

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Manchinha

Tem coisa que é melhor deixar quieto, embora seja impossível.

Meu amigo Marc estava fazendo cursos em São Paulo, de modo que vinha vindo diariamente para a capital. Outro dia, já dentro do ônibus, ele percebeu, segundo o próprio, uma "sujeirinha em forma de gosma" (?) na bermuda, próxima ao zíper.

domingo, 27 de maio de 2012

Comissão de Esclarecimento


Fico imaginando se esta comissão seria também responsável pela sinalização do banheiro do sindicato.

Clique na imagem para vê-la no tamanho original.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Psicose

No terceiro ano da faculdade eu entrei para o coral. E, confesso, esta foi uma das atividades artísticas mais gratificantes de que já participei. O único problema que eu vejo em coros é a necessidade inerente da participação de mais pessoas; se eu pudesse, faria um coral apenas de clones meus, tão animados ou mais a cantar só por cantar.

Logo para fazer o teste, claro, já aconteceu uma vardomirice: na verdade, a iniciativa de entrar para o coro foi da Gislaine; embora eu gostasse de sugar da faculdade toda e qualquer experiência - curricular ou não - que ela pudesse me oferecer, esta idéia em particular foi dela. No dia combinado, eu apareci para fazer o teste e ela, não. Acabei cantando em coro por mais de cinco anos, e ela nunca mais nem mencionou o assunto.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Projeto Quadrinhos: Maus e Mentirinhas


Eu tô numas de quadrinhos.

Sério. Desde que eu li o Desvendando os Quadrinhos, do McCloud, meu interesse por esta mídia só vem crescendo. Tive finalmente o impulso que faltava pra começar a desenhar os meus próprios (ainda que não tenha tempo pra fazer da maneira que gostaria), fiz matrícula para curso de desenho para melhorar a técnica - na verdade, para adquirir uma - e visito diariamente uns trinta sites e blogs com o assunto; realmente quero me aprofundar nesta arte.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Bélgica

Nestas férias, fiquei quase duas semanas na Bélgica. Foi a primeira vez que eu saí do continente.

Obviamente que aconteceu um monte de coisas lá. Nem tudo é material pro blog, mas é provável que aqui e ali saia uma história inspirada por esta viagem.

Aqui, a primeira parte de Belgium Curious Facts.

- Não consegui identificar um tipo belga. Sabe, quando você olha uma pessoa loura, alta e de olhos azuis, e associa com alemão ou suíço? Então, acho que a comunidade de Bruxelas é bastante multiétnica, e toda uma gama de tipos está representada na população. Não saberia dizer se são miscigenados como no Brasil, acredito que não. Mas ainda assim, temos amostra de populações dos mais variados semblantes. Se isso é causa, consequência ou de qualquer modo relacionado com o fato de Bruxelas ser um centro de vários órgãos internacionais, como o Parlamento da Comunidade Européia e a sede da OTAN, não saberia dizer.

- Os belgas fumam bastante! Quer dizer, eu pelo menos achei isso. Se estou errado, é mérito do sucesso das campanhas antitabagistas brasileiras ao longo dos anos.

Humor de Mingall

Eeeeee! As tirinhas voltaram!

Tá, ninguém gosta, não precisa jogar na cara também... sniff...


Egoistinha... é por isso que não tem amigos!

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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Perdido

A viagem para a Bélgica foi uma aventura para mim. Em Bruxelas, fizemos um passeio-exploração para encontrar pinturas em paredes referentes a quadrinhos espalhadas pela cidade (falarei disso em outra ocasião). Lá as ruas são, em geral, estreitas e sinuosas, e as calçadas se confundem com as ruas, deixando as coisas um pouco imprevisíveis para quem não está acostumado; e a maioria das figuras estava mais ou menos mocosada.

Digo "aventura" de forma bastante pessoal, devido a uma característica minha: eu sou um completo perdido. Nasci com uma quase total falta de senso de direção. Minha noção de orientação é tão boa quanto a de um rato bêbado num labirinto. Minha tia Elza costumava dizer sobre si mesmo, e acaba valendo pra mim também: nasci sem azimute no cérebro, seja lá o que isso significa.


sexta-feira, 18 de maio de 2012

'Descrição'

Quando eu estava em idade pré-universitária, havia algumas lendas urbanas em relação aos vestibulares que nos esperavam ao fim desta empreitada. Um dos mais conhecidos destes contos, pra citar um exemplo, é o da famosa redação sobre o tema Tempo, onde o candidato teria preenchido a folha da composição com "tic-tac",  e, ao final, a onomatopéia "trrrrimmmmm!!". Na fantasia, este aluno teria tirado um grande e redondo dez.

Claro que estas histórias são alegorias. Afinal, por mais extraordinário que pareça, mesmo que tenha acontecido de verdade em alguma ocasião, o que vale neste caso é o combo entre criatividade e coragem. Uma vez que a história se alastrou, fazer algo deste naipe resultaria em óbvia eliminação do certame, pois a inventividade estaria excluída da equação.


terça-feira, 15 de maio de 2012

Aniversário do Eddie Ota


O blog Eddie Ota, do Decidério, fez dois anos. Pra comemorar, ele pediu aos leitores que mandassem tiras e contribuições comemorativas.

Mandei a minha, e ele publicou!



Para ver esta e as outras palhaçadas, é só dar um pulo lá no blog dele. Além das tirinhas, ele também faz umas animações muito daora, com roteiros inspirados em tiras de vários desenhistas de web comics. 


E parabéns, Decidério! Que venham muitos outros depois deste!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Trio Bosta

Na postagem sobre a aula de vertebrados em que a Andréia encarnou o Freddie Krueger dos roedores, o Marc me lembrou uma outra história, um tantinho escatológica, que aconteceu também na faculdade.

Ele, Milana e eu fazíamos um semiestágio na Análises Clínicas. Ambos fizemos a disciplina de Parasitologia que o departamento oferecia, e ficamos lá por coisa de um ano, mais ou menos uma vez por semana, entrando em contato com as diferentes técnicas e exames de um laboratório de rotina.


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Polícia para quem precisa de carona

Outro dia falei da ausência de contato com a criminalidade. Lendo e relendo o post - sim, eu sou leitor do meu próprio blog. Se algum dia você ler algum texto que tinha algum errinho e o dito sumiu, não foi corretor automático.

Voltando: lendo o post, acabei percebendo que meu contato com o outro lado também é parco. Entenda-se por "outro lado" o braço armado da lei, ou seja: a polícia.

Claro, uma vez que não sou um meliante e nem moro na periferia, não teria mesmo motivo pra ter muita interação com polícia. Na verdade, a maior proximidade com os homi que já tive foi o inspetor da escola militar onde eu estudava, que era cabo da PM, e, mais tarde, o marido da minha prima, de São Paulo. Mas este último não estava, então, em serviço.


domingo, 6 de maio de 2012

Cabelos e músicas

Quem ouviu a última virtuose da Valeska Poposuda sabe que nunca está tão ruim que não pode piorar.

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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Receita Federal

O vardomirismo é um estado de espírito, uma espécie de fantasma que ronda a pessoa e que, mancomunado com Murphy, acaba por manifestar-se em poltergeist nas situações mais inesperadas.
Meu amigo Mingall foi convidado a uma festa de fim de ano de um amigo, em outro estado, Mato Grosso, se não me engano. Aceitou o convite, mas não conhecia realmente ninguém além do próprio. Era uma festa de família, sabe como é, reveillon e essa coisa toda.
Para dar uma animada na festa, a família combinou, meio no supetão, uma modalidade nova de uma já tradição em viradas de ano e confraternizações de natal no trabalho: o amigo-da-onça secreto.

(Um parêntese: a brincadeira original muda de nome em algumas regiões. De onde eu venho, por exemplo, falamos amigo oculto; em outros lugares, diz-se amigo secreto. Aceitaria outros, como amigo misterioso, presenteador das sombras ou mesmo amigo furtivo. Porém, é muito estranha a denominação amigo invisível. Você pode até não saber quem é, mas se você não consegue ver seu suposto amigo, melhor consultar um oftalmologista. Você pode ter ficado cego!)