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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Vivendo o Vardomirismo

Eu sou muito bom para reconhecer vardomiros. O porquê disso?

Bom, primeiro que eu é que cunhei o termo, então eu é que defino o que é ou não vardomiro. Dã.

Mas a razão maior é que sou, eu mesmo, o maior de todos os vardomiros que conheço. Eu vivo o Vardomirismo a todo momento, podendo cometer vardomirices em série sem me cansar, pra desespero da minha mulher. E a qualquer momento. Nunca sei quando meu vardomiro interior vai se manifestar.

Pra você que ainda não entendeu o conceito: ontem era o dia do rodízio da minha placa em São Paulo. Como eu costumo deixar mochila e blusa no carro, peguei a chave pra poder pegá-las antes de ir pro trabalho. Lá, eu costumo deixar minhas coisas (carteira, celular, chave do carro) trancadas na minha gaveta, pois os volumes no bolso atrapalham o serviço. E, claro, não tem como eu esquecer a chave do carro, pois eu preciso dela pra ir embora.

Só que ontem eu não fui de carro.

E só descobri isso hoje, quando precisei da mesma pra ir pro trabalho.

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