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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Televisão


Eu praticamente não assisto a televisão. "Praticamente" porque às vezes, pra ficar em companhia da minha mãe ou da minha mulher, acabo sentando um tempo na frente da tela. Mas assistir mesmo, não gosto.

A maior parte da programação é simplesmente retardada. Gugu, por exemplo, ou Xuxa. Ou aqueles programas que comentam o cotidiano das celebridades. “Angelina Jolie compra fraldas tamanho grande para seu mais novo filho adotivo” ou “O cachorro da Britney Spears soltou um pum enquanto nossos paparazzis a seguiam na praia.”

Outras coisas são um mistério pra mim: quem assiste ao Canal do Boi?

Nem às poucas coisas interessantes - filmes, CQC, algumas séries - eu me animo a assistir. Primeiro, que a maioria, mesmo em canais pagos, é dublada; segundo, porque no me gusta compromissar um horário. Por isso, aliás, que eu gosto de DVD e internet: o programa fica à minha disposição, não o contrário.

Aliás, é péssimo assistir TV comigo ao lado. Eu já tenho uma veiazinha ácida pra criticar, mas em frente à televisão, eu fico insuportável. Critico tudo. Tudo. Não passa uma besteirinha pelo meu crivo.

De vez em quando, porém, eu acabo caindo na besteira de assistir a umas passagens. E sempre acabo me surpreendendo. Era um daqueles programas saudosistas do VH1, falando do Guns’n Roses, onde fãs comentavam o quão magnífica foi a banda, o quanto o Axl Rose é o novo Beethoven, o quanto eles queriam que a banda voltasse, blá blá blá. Um dos comentaristas, um músico de alguma banda aí, me solta a frase:

- Se eles não tivessem se separado, estariam juntos até hoje.

Brilhante, Pedro Bó! Será que esse vardomiro pensou nisso sozinho?

¬¬

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